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06 maio 2013

Uma Outra Forma de Pensar em Relação à Forma Física


Hoje quero mostrar para vocês um outro lado da nutrição, o lado voltado para a psicologia. É que às vezes focamos tanto na dieta e no corpo bonito que, sem perceber, deixamos um pouco de lado a nossa própria saúde e esquecemos de nos ver como seres humanos, ou seja, esquecemos de pensar que somos seres imperfeitos.

Não é de hoje que somos submetidos a um forte apelo pela valorização da estética.

Imagem extraída do Google Imagens
Quantas vezes abrimos as revistas, ligamos a TV, olhamos outdoors pelas ruas e lá estão expostos corpos magérrimos como ideal de perfeição feminina?  Isso sem falar do culto à malhação, afinal é muito fácil vermos imagens que pouco refletem aos padrões reais da grande maioria da população.

É um bombardeio de tratamentos estéticos, academias com treinamentos diferenciados, cremes que reduzem medidas, cirurgias plásticas, suplementos e dietas milagrosas... ufa quantas novidades, não é mesmo?

São tantas informações e novas propostas que, se não tivermos senso crítico, somos influenciados a querer experimentar de tudo, ou pior ainda, começamos a sentir a nossa autoestima despencar.

Quero deixar claro que não estou falando apenas de emagrecimento, estou me referindo à beleza de um modo geral. Quantas pessoas, por exemplo, morrem de medo de envelhecer? Isso é reflexo dos padrões de beleza da atualidade. Está cada vez mais difícil as pessoas aceitarem que o envelhecimento é um processo natural e não há como escapar de ficarmos velhos. Deveríamos ter em mente que a coisa mais importante é envelhecer com saúde, e ponto! Mas não é isso que acontece.

Quem já ouviu falar na ditadura da beleza?

É exatamente ela que está fazendo com que o comportamento humano se transforme e a nossa maneira de pensar mude. Vivemos hoje sob a ditadura do corpo perfeito e a todo o momento surgem novas técnicas e produtos para o corpo que remetem a novos padrões corporais de beleza, que prometem para os indivíduos insatisfeitos com suas formas o caminho para chegarem à perfeição corporal.

E a parte triste dessa história é que se você não estiver dentro desse tipo físico determinado, poderá ser um excluído social.

Mesmo com a correria do dia-a-dia podemos observar que a maioria dos brasileiros deseja estar em forma e busca os mais variados artifícios para conseguir esse corpo ideal. Porém, nessa busca, muitas vezes, os caminhos podem ser controversos.

A primeira coisa a se fazer é avaliar o aspecto psicológico do por que você quer transformar o seu corpo, quais são seus objetivos com essa mudança e, principalmente, qual o desconforto que você tem. Lembrando que esse desconforto pode ser psicológico ou físico.

Na atualidade, verifica-se que o bem-estar físico está em primeiro lugar e só depois vem o bem-estar psicológico, o que é contraditório ao velho ditado popular “mente sã em corpo são”.

É por isso que, de um modo geral, os excessos estão se destacando. Quero dizer que muitas pessoas estão abusando das dietas milagrosas, das fórmulas mágicas de emagrecimento e também estão extrapolando na quantidade de atividade física diária e, talvez por falta de informação nesse sentido, essas pessoas não avaliam o seu próprio biotipo antes de querer mudar o corpo.

Para quem não sabe, biotipo é o mesmo que tipo físico. Cada pessoa tem determinadas características fisiológicas e morfológicas e, sendo assim, exercícios específicos devem ser selecionados para cada tipo físico, o mesmo vale para a alimentação. Isso significa que não basta você dizer que quer ter um corpo igual ao da Gisele Bundchen, por exemplo, se você tem uma estrutura óssea grossa, larga, grande... você não vai conseguir!

Veja exemplos de biotipo na figura abaixo:

Biotipos/ Imagem extraída do Google Imagens


Mas como eu estava dizendo, em um determinado momento os excessos poderão ter uma consequência danosa ao organismo, levando a uma desnutrição silenciosa ou a uma fadiga crônica.

É preciso sempre respeitar o organismo para se obter resultados positivos na modificação corporal. Quem tem como objetivo emagrecer deve ter consciência de que por mais pressa que se tenha, o processo de emagrecimento demora.

Para finalizar, devo dizer que não há nada de errado em procurar estar de bem com a vida e com o seu próprio corpo, mas o importante é fazer isso de forma correta, com boa orientação e no tempo certo.

Vamos utilizar os novos tratamentos estéticos, os exercícios físicos diários e a boa alimentação a nosso favor, assim iremos alcançar nossos objetivos com segurança e de maneira eficaz.

É claro que ter vaidade e se sentir bonito (a) é fundamental, mas é preciso reconhecer que é aceitando as nossas imperfeições como seres humanos que vamos poder nos sentir menos frustrados (as) e mais felizes!  

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